Políticos da base aliada da Dilma são safados, iguais!




O povo não passa de bonecas de marionete.

Diante do atual quadro da economia, não acreditem em falsas promessas de políticos e de alguns analistas e articulistas econômicos. Não há nenhuma possibilidade de crescimento sustentável no curto prazo. Estou a falar do prazo que vai, no mínimo, até o fim de 2016. Faço esta alerta para os meus leitores porque estão aparecendo os “salvadores da pátria”, prometendo mundos e fundos. São os verdadeiros aventureiros, tal qual foi a Dilma na eleição de 2014. Cada um escolhe o seu. Estão disponíveis à granel.

O País atravessa uma das piores crises de gestão, sobretudo na esfera do governo federal. O governo Dilma não conseguiu fechar o balanço da conta fiscal de 2014, sem as pedaladas. O ministro de Planejamento Nelson Barbosa, especula um rombo na conta fiscal de 2015, entre R$ 50 bilhões a R$ 117 bilhões. O Orçamento fiscal de 2016 que tramita no Congresso Nacional, neste momento, está com um rombo previsto de R$ 35 bilhões.

O governo vai cobrir os rombos com as pedaladas fiscais ou vendendo títulos do Tesouro para cobri-los. Os títulos do Tesouro do governo federal, embora de médio prazo, tem liquidez imediata.  O próprio Banco Central se encarrega de dar liquidez aos títulos da dívida pública. Isto equivale a emissão de papel moeda. O alargamento da base monetária causa inflação, conforme princípios da teoria econômica. É isto que o governo Dilma vem fazendo.

A inflação oficial, IPCA, segundo projeção do próprio Banco Central, fechará o ano em 9,99%. Isto me parece piada de mal gosto. A inflação oficial deverá fechar em dois dígitos, isto é acima de 10%. Isto sem contar que a inflação do bolso (não científico) que já gira em torno de 30%. Isto é a realidade que nenhum planejador econômico não deve esquecer de levar em conta. Na prática, até pelas experiências vividas pelo País no passado, não tem plano de desenvolvimento que se sustente com inflação de dois dígitos (acima de 10%). Vamos relembrar o Plano Cruzado do Sarney.

Qualquer plano de desenvolvimento sustentável deverá incluir como prioridade número 1, o combate à inflação. Para estimular o crescimento, os países do primeiro mundo, induzem inflação de até 2%. Por outro lado, tomam medidas de contenção da base monetária, quando a inflação começa fugir do controle da meta estabelecida. Não há plano sustentável de crescimento econômico com inflação de 10%. Isto é golpe, como fez o Sarney antes do Plano Real.

Portanto, é de mentirinha qualquer plano de desenvolvimento do País, neste momento, sem que preveja como preliminar a resolução dos problemas estruturais da economia do País. Sem isto, a conversa é de vendedor de ilusões, como fora o governo PT nos últimos 12 anos e 10 meses. Mentir, de novo, só poder ser de políticos safados! Melhor mandar esta gente para Burundi, país da África!

O PMDB promete apresentar durante o Congresso marcado para o dia 15, um plano do governo com promessa de desenvolvimento do País. Desta vez, a mentira não será do PT da Dilma, mas será do PMDB do Michel Temer.

Os políticos da base aliada que, diante da conjuntura, apresentarem soluções milagrosas, não passam de cambadas de filha de pai desconhecido! Cambada de safados!

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Ossami Sakamori

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