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Diretor presidente da Copirecê diz que proprietário de rádio usa concessão pública para assacar cont

28 de abr. de 2015
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Diretor presidente da Copirecê diz que proprietário de rádio usa concessão pública para assacar contra sua honra e desestabilizar cooperativa.

Diretor presidente da Copirecê diz que proprietário de rádio usa concessão pública para assacar contra sua honra e desestabilizar cooperativa. Por Ray Cruz


O diretor-presidente da Copirecê, Walter Ney Dourado, informou que desde 2013 o empresário e radialista José Sidnei de Souza, proprietário da Rádio Irecê Líder FM, resolveu usar os microfones da emissora quase diariamente para desmoralizá-lo e provocar a total desestabilização da cooperativa.

Walter Ney explica que ao ser atacado pela emissora de maneira venal, resolveu acionar a Justiça contra as agressões à sua honra e imagem, que desde a primeira Ação contra o radialista e a rádio, os ataques passaram a ser constantes e intermitentes, deixando a entender que a questão é pessoal. Sabendo do Curriculum e caráter questionável do radialista, preferiu buscar a reparação junto à justiça e não indo responder as provocações na emissora, pois que, o mesmo é costumeiro em usar de trucagens. Já são vários processos.

O radialista declarou por vários vezes não ter medo de processo, pesam sobre ele várias acusações, inclusive de manipular áudios durante o processo eleitoral de 2012, onde favorecia o candidato eleito, o que culminou na cassação do prefeito de Irecê em primeira instância. Parte dos áudios teria sido suprimida, o que ficou constatado pelo Ministério Público e Justiça Eleitoral. A rádio chegou a ficar fora do ar por determinação da justiça por duas vezes, durante 24 horas cada, e, foi multada. Este processo ainda tramita na justiça.

Para Walter Ney, o radialista se acha poderoso e confiante na impunidade, há muito tempo assaca contra a honra das pessoas levianamente. Usa os microfones da rádio para deferir palavras caluniosas e difamatórias, que o chamou de mentiroso, desonesto, mau gestor, que mesmo teria falido a cooperativa. “No primeiro processo, a justiça o condenou a reparar os danos financeiramente e retratar sob pena de multa, ele faz chacota do judiciário, e por desobediência, sofrerá as consequências, providências estão sendo tomadas”, finalizou.

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