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Brasil lança Plano de Bioeconomia até 2035

O governo apresentou, nesta quarta-feira (1º), uma nova estratégia para tornar a biodiversidade um dos principais ativos econômicos de desenvolvimento no país até 2035. O Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio) deve abranger desde extrativistas até a indústria, com metas ambiciosas de geração de renda e sustentabilidade.

Três Eixos Estratégicos

O PNDBio está organizado em três eixos principais: Sociobioeconomia e ativos ambientais; Bioindustrialização competitiva e Produção sustentável de biomassa. Entre as metas estão a ampliação do pagamento por serviços ambientais, incorporação de novos fitoterápicos no Sistema Único de Saúde (SUS) e a concessão de novas Unidades de Conservação para promoção de ecoturismo.

Metas Ambiciosas

  • Apoio a 6 mil empreendimentos de sociobioeconomia

  • Aumento de 5% na participação de fitoterápicos no faturamento da indústria farmacêutica

  • Recuperação de 2,3 milhões de hectares de vegetação nativa

  • Concessão de 60 Unidades de Conservação para ecoturismo

Segundo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a bioeconomia pensada para o Brasil é para todos. "Há lugar para extrativista, para industrial do cosmético, dos fármacos. É uma bioeconomia para um novo ciclo de prosperidade", afirmou.

O PNDBio é resultado do trabalho desenvolvido ao longo de dois anos com a participação de 16 ministérios, organizações da sociedade civil, da academia e do setor privado. Após ser submetido a consulta pública com mais de 900 contribuições, a política pública foi aprovada pela Comissão Nacional de Bioeconomia (CNBio) em 5 de março de 2026, com a definição de 185 ações estratégicas para o país.



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Fonte: Agência Brasil

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