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Coluna: Brasil retoma o crescimento.

Não. Não é Natal, ainda. Faltam ainda exatos três meses para o dia do Natal. Hoje é domingo, um dia sonolento, início da primavera.  Se fosse em outros anos, os comerciantes estariam em preparação para o comércio do fim do ano.  Ao contrário, o País está “quase” parando.  O Brasil está como meu espírito de hoje, “sonolento”. O bom é que o País está saindo do “estado de sonolência”, pelo menos! No entanto, no meio de tantas notícias ruins, há indicadores que mostram que teremos um Natal o melhor dos últimos 4 anos, considerado período de depressão.  O primeiro indicador é criação de pouco mais de 100 mil empregos com carteira assinada no mês de agosto, segundo IBGE.  Embora, contratação com vistas ao comércio do final do ano, emprego temporário, é sazonal, ainda assim é um sinal de alento.  Não é número para comemorar, porque apenas para atender o acréscimo de aumento do número vegetativo da população o País teria que criar número muito maior de empregos.   Hoje é domingo, dou-me o direito de fazer comentário genérico, sem o rigor técnico.  Um outro indicador que me chamou atenção foi o aumento da demanda na indústria de embalagens em cerca de 20%.  Para pessoas com familiaridade em macroeconomia, sabe que o primeiro sinal de aquecimento da economia começa na indústria de embalagens.  O período coincide com as entrega de mercadorias pelos fornecedores da lojas de comércio que estocam mercadorias preparando-se para o Natal. O movimento é muito maior do que o do ano passado, segundo os empresários do setor.  Vamos lembar que o Brasil entrou em depressão já no final de 2014.  Nesse período, o Brasil “involuiu” entre 13% e 14%, considerando também o crescimento vegetativo da população.  O ano de 2017 terminou com o crescimento do PIB em 1%, que mal cobriu o crescimento vegetativo.  Segundo Boletim Focus do Banco Central, prevê o crescimento de 2,3% em 2018. A minha previsão de que o crescimento do PIB de 2018 fique ao redor de 1,5%, quase cobrindo o crescimento vegetativo da população.     O crescimento previsto, nada tem a ver com as eleições. Não vamos creditar a nenhum candidato porque o movimento de retomada do crescimento está vindo após a greve dos caminhoneiros, portanto antes das definições de candidatos à presidência.  O Brasil cansou de esperar as medidas do governo para sair do “marasmo” que encontra há mais de 4 anos.  Apenas para tirar o atraso devido a depressão, o País deverá levar no mínimo outros 4 anos. Para voltar ao mesmo “status quo” de antes, descontado o crescimento vegetativo da população, deverá ser a tarefa mínima do futuro presidente da República, eu acho.  Espero que nenhum candidato à presidência da República credite o início do crescimento ao seu nome.  Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.   Ossami Sakamori

#ColunaBrasilretomaocrescimento

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